Pra quem pensou que seria mais uma série TV, enganou-se.
Está de volta aos palcos a Till’s, banda de rock que fez uma pequena pausa para seus integrantes descansarem um pouco (brincadeira).
A excelente banda, com um repertório muito interessante, volta para se apresentar em mais uma temporada nas noites de sábado em soterópolis.
Eu recomendo bastante. Confiram:
BOTEQUIM NOBEL End.: AV. OTÁVIO MANGABEIRA, 940 - PATAMARES COUVERT: R$ 12,00 HORÁRIO: À PARTIR DE 22:00 HS. RESERVAS: 3363 5151
Fica ao lado do Bar Foguete, logo após o Caranguejo da Cely, sentido Itapuã.
Serial Experiments Lain (シリアルエクスペリメンツレイン, shirialu ekusuperimentsu lein) é uma série anime japonesa de 1998 com 13 episódios, com o objetivo de chamar a atenção do público para um tema considerado inovador em sua época. Um dos animes com maior repercussão nos Estado Unidos, comparado ao maior sucesso do segmento, Akira.
Lain (冷音, Rei-in), uma jovem adolescente solitária, desenvolve um fascínio pela informática e pelo Wired, uma versão melhorada da Internet após a morte de uma das suas colegas de escola. Um e-mail, enviado por esta após a sua morte, explica que o seu corpo deixou de viver e que ela vive agora no wired. Lain fala também da situação de dupla personalidade entre o mundo real e na “Wired”. A situação para falar na realidade não é muito diferente ao que se começa a passar na atualidade (as pessoas desenvolvem-se de maneira diferente na Internet). O anime em si é bastante complexo e tem um traço de desenho bem limpo.
Serial Experiments Lain é baseada em uma história de Chiaki Konaka, a mente criativa por trás do excelente roteiro de “The Big O”. Com Serial Experiments Lain, não existe meio-termo: ou você ama a série de paixão, ou odeia o que viu com todas as forças.
Lain Iwakura é uma estudante tímida, bem fechada e com poucos amigos. Sua mãe é uma pessoa extremamente seca, que fala pouco e não dá muita atenção aos problemas da filha. O pai, apesar de mais expansivo, também tem dificuldades de comunicação com Lain, e procura reduzir a distância entre ambos através de bens materiais. As coisas começam a tomar um rumo diferente quando Lain passa a receber e-mails de uma garota chamada Chisa Yomoda, em seu telefone celular, dizendo que o mundo virtual (Wired) é que representa a realidade, e não o mundo em que vivemos. Seria um fato corriqueiro, um possível “hoax”, não fosse um pequeno detalhe: Chisa está morta há algum tempo… seria possível que ela estivesse viva dentro da Web? De acordo com suas palavras, ela não era a única pessoa na mesma situação.
A partir daí, Lain passa a se interessar mais e mais pelo que acontece dentro da rede, e nesta busca incessante por informações, vai descobrindo que o limite entre o mundo real e o virtual é menor do que imagina. Até mesmo a natureza de sua própria existência é colocada em xeque: quem é Lain, afinal? Uma pessoa? Um ser virtual? Ela existe em nosso mundo teoricamente real e palpável, ou sua verdadeira personalidade é aquela que existe no mundo teoricamente virtual?
A primeira coisa que chama a atenção em Serial Experiments Lain é seu estilo único. A direção de arte é fantástica, com um excelente uso de luz e sombras, criando um clima de surrealismo que permeia toda a série. A trilha sonora, composta na maior parte por ruídos, aumenta ainda mais a sensação de estranheza e deslocamento. O traço dos personagens é bem diferente, com olhos muito expressivos e detalhados. A qualidade da animação não fica atrás, misturando técnicas tradicionais com computação gráfica, o que permitiu algumas tomadas de câmera inacreditáveis.
Maravilha!
Acabei de achar meu Palm Pilot Professional aqui em casa. Estava arrumando umas coisas quando o vi largado no fundo de uma gaveta. Imediatamente pensei: “Hummm, será que ainda funciona?”. Tal foi minha surpresa quando liguei o bichinho e ele me trouxe a welcome screen da Palm. Só felicidade.
Bom, pra quem não sabe, o Palm Pilot é um PDA (assistente pessoal) bastante antigo, que tinha como características a simplicidade de uso. Durante muito tempo ele me serviu como agenda eletrônica e fazia muito bem o seu papel.
Esse palm especificamente tem 1Mb de memória e utiliza o System 2. Utilizava o sistema Graffiti de entrada de dados, tinha um processador Dragonball e era monocromático. Era produzido pela USR/3Com. Que? Isso mesmo…USRobotics…a mesma que fabricava modems.
Hoje eu vou procurar uma moldura e vou pendurá-lo em minha casa. É um dos meus objetos de decoração geek.
Por falar nisso, alguém aí tem um Atari ou TK-85 jogado no canto da casa?
Nos tempos atuais, quem tem um computador, e costuma jogar nele, vem notando que a quantidade de lançamentos de jogos para esta plataforma vem diminuindo e muito. Isso se deve a grande melhoria na qualidade dos jogos nos consoles, como o Xbox 360 e o Playstation 3. Tem melhorado tanto que parte desses jogos acabam saindo depois também para os computadores, como Gears of War, Bioshock, Lost Planet, entre outros. Aquele mito que jogos de tiro só prestam se forem jogados no computador, está cada vez mais perdendo as forças.
Um dos jogos mais aguardado do ano está perto do seu lançamento, e tenho certeza que existe muitos “micreiros” que estão na dúvida se compram ou não um Playstation 3 só para ter o gostinho de joga-lo. Eu estou me referindo ao Metal Gear Solid 4. Nessa sexta-feira que passou (25/04) foi liberado o modo online de teste do jogo, ao qual estou tendo a oportunidade de jogar. Prefiro não comentar muito sobre o jogo, pois capturei um video do mesmo e estou deixando ele disponível para vocês se deliciarem.
Existem filmes que marcam.
Esse longa metragem é simplesmente fenomenal…pra época principalmente.
Agora ele completa 20 anos em grande estilo. Latinha com camisa, cards e 2 versões: 4:3 e 16:9.
Bom…nem vou falar muito. Tem coisas que não precisam ser ditas.
Só quem é mesmo Nerd sabe o que eu quero dizer.
Lá pelos idos de 2005 (mais precisamente no dia 19/07/05) eu comecei a gravar um podcast chamado Animale Irracionale, que na época era o nome deste blog. Podcast ainda era uma coisa que provavelmente só eu e mais uma dúzia de pessoas conheciam aqui em Salvador. Eu cheguei a escrever um artigozinho para o banandesign em janeiro de 2005 falando sobre esse novo formato.
Eu tive alguns ouvintes por aí. Esse podcast foi inclusive comentado no episódio nº9 do Alexandre Sena, que tem um podcast excelente e que eu acompanho desde o começo. Parece besteira mas fiquei orgulhoso de ter sido comentado por um dos expoentes do Podcasting no Brasil.
O fato é que depois de ter gravado o 5º episódio, eu parei de gravar os podcasts. Provavelmente por causa do tempo curto para as atividades prazerosas.
Mas agora estou com vontade de voltar a gravar os podcasts.
Me inscrevi na lista Podcast Brasil por incentivo de meu amigo e também podcaster Belote, depois dele me avisar que o próprio Alexandre Sena tinha lembrado que eu existia enquanto podcaster aqui no nordeste.
Novamente orgulhoso, me senti na obrigação de contribuir para a comunidade e acredito que dentro de alguns dias, depois de definir um novo formato do programa, voltarei a gravar os podcasts.
No menu do blog habilitei uma página com acesso aos meus podcasts antigos. São ainda muito amadores e procuro encará-los apenas como testes para finalmente agora fazer um podcast melhor.
Se você possui iTunes, além de ser uma pessoa privilegiada, poderá acessar o podcast diretamente da iTunes Music Store.
Não…infelizmente não.
Bom, esse é o valor de 2 rolos de papel higiênico no Zimbabwe. Conhece? Não? Então clica aqui.
É bem provável que no momento em que você estiver lendo esse post, os 10 milhões de dólares do Zimbabwe não consigam comprar os dois rolos de papel.
É o país que tem a economia mais quebrada do mundo, sendo que a taxa de inflação lá chega aos incríveis 100.000% (isso mesmo) ao ano e com um mercado negro de tudo o que você imaginar. Principalmente combustível, milho e dinheiro (!).
Engraçado como existem tantas disparidades entre os países no mundo.
Imaginem agora o que é que esse povo de lá passa diariamente.
Imaginaram?
Eu tentei…mas provavelmente não consigo imaginar nem 1%.
Realmente complicado.
A temperatura está muito alta ultimamente em SSA. Sei que tem lugares que o calor ainda é maior…mas esse calor daí já é insuportável pra mim.
Tenho notado um crescimento da variação de temperatura ao longo dos últimos 10 anos. Não estou anotando isso…só notando mesmo. principalmente nos engarrafamentos, que também estão com proporções são-paulinas. A sensação térmica de um engarrafamento no horário do almoço é indescritível. Sabe o inferno? Pois eh…
Também não sei se eu engordei nos últimos 10 anos e essa variação seja por causa da variação do “delta” no tecido adiposo. Pode ser.
De qualquer forma, muita gente está reclamando…inclusive os magrinhos.
É…o lance é ter ar-condicionado. Viver numa bolha.
“Maravilha. Delícia. Já estou imaginando aqui essa carne nova, tenra, pele macia e ainda cheirando a leite. Talvez não seja apenas uma sessão de fotos. Acho que vou tentar mais que isso, quem sabe não consigo brincar um pouco com ela. A carinha de assustada me excita, me deixa satisfeito. É a mistura de medo e prazer…delícia. Toda cautela será necessária na hora de falar as coisas. Tenho que me certificar de que isso não vai dar problema. Mas preciso fazer isso…adoro. E as fotos…preciso de fotos. Preciso trocar algumas fotos na internet. Isso tá virando um vício já…mas eu gosto. Delícia. Tão delicada, tão inocente…nem vai saber o que está fazendo. Ainda é muito novinha. Peitinho ainda nem cresceu…delícia”.
“Hmmmm, balinhas e sorvete. Tudo o que eu queria mesmo. Quero de chocolate que é mais gostoso. Que horas é que o tio vai me dar os presentinhos? Será que tem boneca? Vou pentear os cabelos e passar batom, ela vai ficar linda para a festa de hoje de noite. O vestido eu quero rosa e os sapatos brancos. Quero mostrar pra Priscila, ela vai adorar. Se minha mãe deixar eu levar pra escola, né? Espero que deixe, pois, minha boneca vai ser a mais bonita de todas. E vamos fazer um desfile. A gente junta duas mesas e vira uma passarela. Que horas o tio vai me dar o sorvete? Eu não quero brincar disso não. Dói.”
É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-las a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.
Não seria mesmo surpreendente começar tudo novamente falando de algo que eu acredito bastante e que até justifica todo esse processo de mudança por aqui.
Talvez pelo fato de ter células nipônicas na minha formação genética, há uma afinidade, uma pré-disposição maior do meu modelo mental com pensamentos, características e atitudes de certos aspectos da cultura oriental, em particular a japonesa.
Digo isso não por imposição ou costume de perpetuar a cultura como acontece em lares tradicionais onde há um representante oriental. Até porque em toda a minha vida, foram poucas as referências que existiam em minha casa a não ser meu próprio sobrenome e 2 estatuetas de porcelana que eu admirava bastante.
Mesmo sem a influência direta de meu pai (que é o representante oriental quando ainda morava com meus pais) eu sempre busquei, até mesmo de forma inconsciente, referências nipônicas na minha formação. Não era raro eu ler enciclopédias e “brincar” de escrever em japonês, mesmo sabendo que não havia nada que eu entendesse nas cópias de manuais de aparelhos que tinham caracteres do idioma.
O mais engraçado é que eu ficava as vezes até envergonhado pelo fato das outras pessoas (amigos, vizinhos, professores) sempre perguntarem sobre as tais referências japonesas na minha vida.
- Seu pai fala japonês?
- Você tira o sapato quando entra em casa?
- Você come com “dois pauzinhos“?
- É verdade que na sua casa só tem arroz e peixe cru?
A resposta era sempre não para as 3 últimas perguntas. O que era uma pena, pois queria que a resposta fosse sim para todas elas.
Dentre as características que eu acreditava (e ainda acredito) serem as que mais me estimulavam pela “busca”, estavam a honra samurai e o “ki“.
O Ki é a energia universal pulsante em tudo na natureza. É realmente uma dificuldade grande explicar isso em termos de pensamento ocidental. O que importa neste momento é que na minha concepção “religiosa” o Ki é Deus. Mas isso é um assunto que não iremos discutir.
Dito isso, posso prosseguir com a temática do post que é o zen-budismo e a energia.
Diante desse contexto de velocidade desenfreada e a busca neurótica pela informação e pelo dinheiro, tenho sentido a necessidade de mais momentos de contraponto nessa correria. Talvez seja o próprio equilíbrio que o inconsciente coletivo sempre busca e que na minha vida ainda não está corretamente afinado.
Mas por que você está postando sobre isso?
Sinceramente não sei.
O que eu sei é que eu preciso dar um pouco mais de atenção ao Ki, elevar um pouco mais a recionalidade e a percepção do contexto em que vivo para que eu possa conscientemente praticar a verdadeira tranquilidade zen em todos os aspectos de minha vida.
O trânsito louco, o calor insuportável da cidade, as pessoas mal-educadas, a má índole, a inveja, o egoísmo e tantos outros fatores negativos nos cercam diariamente tentando sufocar nossa paciência e respeito.
Preciso de fôlego e tranquilidade.
Creio que essa decisão vai me ajudar bastante a melhorar minha saúde física e mental. Além disso, vai me ajudar a criar uma aura de energias positivas que servirá não só como irradiação de bons fluidos a todos que me conhecem como também um escudo de proteção contra as energias negativas que tanto tentam me atingir ultimamente (sem resultado, claro).
Permanecerei íntegro em minha honra, como sempre fui e caminharei fazendo o bem para mim e para os outros.
Que bom seria se as pessoas, independente de suas religiões, praticassem efetivamente o “bem” que tanto pregam.
“May the force be with you”
Obs.: Esse post poderia ter sido patrocinado pela Coelba, né?
Não se assustem. A mudança é radical mas é para melhor (assim eu acredito).
Sim…depois de alguns anos de blog resolvi fazer uma mudança estrutural quase completa.
Por motivos diversos, principalmente pessoais, senti que a hora de mudar um pouco o foco dos nossos diálogos e trazer informações mais relevantes do que meu cotidiano.
Meus posts estavam ficando vazios e refletiam muito mais aspectos particulares do que textos interessantes para você, que acompanha o blog.
Como dito em um post antigo, esse ano completo 4 anos de blog e queria mesmo fazer uma mudança para sentir uma evolução em um outro nível.
Todos os posts e comentários antigos estão em backup e eventualmente colocarei-os em um endereço para que vocês tenham acesso. Porém, isso não é prioridade para mim nesse momento.
O momento é de recomeço. E isso é muito bom.
Assim como em diversos aspectos de minha vida, livro-me da letargia, do comodismo, do “lessaiz faire, lessaiz passé” e determino uma nova caminhada, desta vez com mais vigor e propósito.
Para você, leitor assíduo, registro aqui meu muito obrigado e convido-o para construir um novo blog.
Um grande abraço.
Obs.: Adoraria receber os comentários sobre essa mudança.